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01 Tese
CAP 01 / 09 · TESE

O sistema que nunca envelhece. Porque foi construído para absorver o futuro — não para resistir a ele.

Mecanismo do risco

Uma empresa pode faturar 20, 50, 200 milhões por mês — e ainda carregar uma data de validade escondida.

Se a receita depende de um canal, de uma API, de um modelo, de um comportamento de usuário ou de uma vantagem técnica temporária, o faturamento não elimina o risco.

Só torna o risco mais caro.

Para quem investe, a lógica é direta: o risco não é o produto não vender hoje. É o capital entrar numa tecnologia que perde relevância antes de virar plataforma.

Crescer sobre uma tecnologia que envelhece é construir um arranha-céu sobre uma base que pode se mover. Quanto mais alto sobe, pior a queda.

Evidência histórica

Softwares comuns morrem.

Quando a tecnologia muda. Quando o usuário muda. Quando uma API nova aparece. Quando um modelo melhor substitui o anterior. Quando um concorrente faz mais rápido. Quando a ferramenta simplesmente fica velha.

O BlackBerry dominava.

O Flash era onipresente.

O XML era o futuro.

Em menos de 5 anos, os três sumiram.

Não porque eram ruins. Porque apostaram na função — não na posição.

O problema não é o software funcionar hoje. É ele continuar sendo necessário amanhã.

O OS¹ inverte a lógica.

Ele não aposta em uma tecnologia única para sobreviver.

Cria uma camada onde toda tecnologia útil — a de hoje e a que ainda nem existe — pode virar atalho no ponto exato em que a empresa precisa agir.

O mundo muda.

O OS¹ não resiste à mudança.

Ele se alimenta dela.

A primeira:

A primeira é envelhecer.

A tecnologia fica velha. O modelo fica obsoleto. O concorrente faz melhor. A vantagem some.

Esse risco o OS¹ ataca pela arquitetura: foi desenhado para absorver o que vier depois, em vez de morrer preso ao que existe hoje.

A segunda:

A segunda é execução.

Uma ideia que não envelhece ainda pode morrer se for mal construída.

O investimento não compra só uma visão. Compra velocidade sobre uma fundação que já existe — para escalar um sistema que já nasceu para durar.

O OS¹ não é uma ideia solta.

A base já existe.

Não é promessa. É produto. Já existe e já roda:

Feed.

Cards.

Área de Trabalho.

Atalhos.

Algoritmo.

Ontologia.

Diagnóstico.

Execução.

Memória.

O fluxo central já está desenhado: sinal vira card, card vira contexto, contexto vira ação, ação vira atalho.

O que falta não é provar que o sistema pode existir.

O que falta é escalar, automatizar e preencher o ecossistema.

Pensa numa cidade planejada.

As ruas, a rede de água e a energia já estão no chão antes do primeiro prédio subir. O difícil — a fundação — já foi feito. O que falta é ocupar os terrenos.

tecnologia própria dentro do sistema.

tecnologias de terceiros.

produtos, serviços, fornecedores e parceiros.

A infraestrutura já existe. O que falta é preencher o universo.

Quando o problema aparece no relatório, a vantagem já trocou de dono.

A estrela que você vê no céu pode já ter morrido há milhões de anos. A luz chega depois.

Na empresa é igual: quando o número cai, a causa já aconteceu faz tempo.

O concorrente mudou o preço. O fornecedor encareceu. O cliente começou a migrar. A demanda se moveu.

Tudo isso é luz viajando.

O relatório é a luz chegando — atrasada.

O mundo constrói. O OS¹ distribui.

CAP 02 / 09 · PROBLEMA E ATRASO

O risco real não é operar mal hoje.

É não enxergar a mudança que vai tornar a operação de hoje insuficiente amanhã.

Empresas não perdem mercado quando o número cai. Perdem antes.

Quando deixam de perceber o movimento que muda o número.

Em média, gestores de redes com múltiplas unidades descobrem mudanças competitivas relevantes com 3 a 6 semanas de atraso.

Em redes, esse atraso se multiplica por unidade — e por semana.

Cada semana no escuro é uma semana em que o concorrente avança sabendo o que você não sabe.

As redes que carregam o Brasil.

Onde central, unidade e mercado local se cruzam — onde a complexidade é diária e a decisão não pode esperar.

Franquias, clínicas, restaurantes, hotéis, distribuidoras, imobiliárias, redes locais.

Operam todo dia no escuro.

São grandes demais para operar no instinto e pequenas demais para ter um time de inteligência próprio.

Têm dono, gerente, operação, pressa, boleto e um concorrente do outro lado da rua.

202.400

unidades de franquia

4.384

cooperativas

11,5 milhões

de empresas endereçáveis

O mercado que mais precisa de inteligência — e o menos atendido por ela.

CAP 03 / 09 · MERCADO-ALVO

Atravessam a cidade inteira sem retrovisor, sem painel, sem GPS.

Só o vidro embaçado e o pé no acelerador.

Só operação, urgência e instinto.

O mercado que mais precisa de inteligência é justamente o que menos recebe.

O OS¹ começa exatamente aí:

CRM, ERP, BI, dashboard, marketplace tradicional, anúncio. Todos ajudam.

Mas quase todos são retrovisores: mostram, com precisão, o que já passou.

Quem resolve esse problema primeiro não encontra concorrente — encontra vazio.

CAP 04 / 09 · FAROL E INTELIGÊNCIA

O OS¹ é o farol.

sinal

Algo mudou

card

Contexto formado

atalho

Ação acontece

Dado olha para trás. Direção olha para frente.

O OS¹ cria a intenção.

Olha para fora. Olha para dentro. Cruza os dois.

E isso vale até para as versões modernas — CRM com IA, BI com IA, marketplace B2B, plataforma de automação. Todas entram depois da intenção.

O valor não está em ter mais dados. Está em entender qual dado importa agora.

CAP 05 / 09 · CAMADA DE INTELIGÊNCIA

Na segunda-feira de manhã:

Seu concorrente mudou o preço na quinta. Você soube na segunda. Ele não sabe que você sabe.

Não dado cru. Leitura de negócio.

olha para fora

O mercado em movimento

Concorrentes. Preços. Avaliações. Fornecedores. Tendências. Sazonalidade. Comportamento local. Legislação. Sinais públicos. Não dado cru. Leitura de negócio.

olha para dentro

A operação real

Pelos sistemas que a empresa já usa. Pela navegação. Pelos documentos. Pelos arquivos. Pelo contexto enviado. Mostra onde a empresa está coberta, onde está exposta e quais buracos a gestão nem sabe que existem.

O sistema aprende observando — não exigindo.

Os dados internos ficam dentro. O que sai é a leitura, não o dado bruto.

cruza tudo

A decisão prática

Sinal externo + verdade interna = um card que diz: o que mudou, por que importa, onde dói, e o que fazer agora.

"Concorrente baixou preço em duas unidades vizinhas. Sua margem cai em seis semanas. Ajuste preço hoje ou trabalhe diferencial até sexta."

Não é dashboard. É decisão pronta — com nome, número e prazo.

CAP 06 / 09 · DO SINAL À AÇÃO

Todo card termina num atalho. Não é propaganda — é o próximo passo lógico.

sinal Algo mudou
análise Por que importa
atalho O que fazer

A empresa não precisa sair procurando solução.

A solução aparece no momento em que o problema ficou claro.

Pensa num GPS.

Ele não te interrompe com um anúncio de rota.

Mostra o congestionamento e oferece o desvio. Você aceita porque faz sentido.

O OS¹ funciona assim. O cliente não é interrompido por anúncio. É convencido por uma verdade operacional.

A intenção não nasce de curiosidade. Nasce de contexto.

Marketplace

É aqui que o OS¹ vira marketplace.

Não um marketplace de busca.

Um marketplace de contexto.

A diferença é a de uma farmácia e um médico. Na farmácia, você só acha o remédio se já souber o nome — a prateleira espera você chegar sabendo. O OS¹ é o médico: examina, mostra o que está errado, explica por que importa e só então receita.

Modelo Orbital

OS¹ no centro.

Como um sol.

SINAL · CONTEXTO · AÇÃO · MEMÓRIA

IA generativa · CRM · API de mídia · agendamento · ERP · fornecedor · cotação · BI · serviço · produto · parceiro.

tecnologia futura · parceiro em expansão · serviço em expansão · produto em expansão.

A compra não nasce da vitrine. Nasce do diagnóstico.

CAP 07 / 09 · SISTEMA QUE NUNCA ENVELHECE

O OS¹ não é uma ferramenta presa a uma função.

É o centro de gravidade que segura tudo isso em órbita.

Não depende de uma tecnologia continuar sendo a melhor.

Depende de absorver a próxima.

Um software comum envelhece junto com a função que executa.

O OS¹ se renova por incorporação.

O futuro encaixa.

Precisa ser o lugar onde o futuro encaixa.

O mundo constrói. O OS¹ distribui.

Ela não inventa a energia.

A rede entrega na tomada, no instante em que você precisa.

O software tradicional envelhece. O OS¹ absorve.

Cada absorção vira fosso.

Cada tecnologia que o mundo lança e o OS¹ absorve vira dado acumulado. Dado acumulado vira contexto. Contexto vira vantagem competitiva.

A empresa que sair perde o histórico. O concorrente que tentar copiar começa do zero. Quem entrar primeiro acumula mais.

Esse é o fosso.

entrada tecnologia absorvida
acúmulo dado acumulado + contexto
resultado vantagem competitiva → fosso

Cada feed é uma área. Cada área tem atalhos. Cada atalho é uma ação possível.

Hoje, atalho é tecnologia — a nossa e qualquer API aberta que já existe.

Amanhã, é também produto, serviço, parceiro, fornecedor e tecnologia que ainda nem foi criada.

tecnologia própria API aberta produto serviço parceiro fornecedor conexão referência automação recomendação diagnóstico execução
CAP 08 / 09 · ATALHOS E MERCADOS

Os atalhos cobrem cada área que uma empresa precisa para operar.

comercial financeiro jurídico marketing operação fornecedores RH tecnologia mercado expansão atendimento reputação compliance unidades

Um catálogo é mudo.

Fica ali, completo, esperando alguém saber exatamente o que procurar.

O OS¹ é o sistema que conhece a operação por dentro — chega antes da dúvida e mostra o que vai faltar antes de a falta virar prejuízo.

O catálogo pergunta: qual produto você quer?

O OS¹ responde: o que mudou, onde dói, e qual ação resolve?

Só depois aparece o atalho.

O OS¹ não precisa possuir tudo. Precisa ser o lugar onde tudo que importa se encaixa.

A força não está só na quantidade de atalhos. Está no momento em que eles aparecem.

O OS¹ não vende produto solto. Vende o próximo passo de uma decisão.

O OS¹ não inventa um mercado novo.

Inteligência

Software empresarial

Marketplace

Serviços B2B

O OS¹ não cria nenhum deles do zero.

Une essas categorias num único ponto:

o momento da decisão.

Não muda o que as empresas compram.

Muda o ponto de entrada.

O OS¹ não monetiza atenção vazia.

Ele monetiza intenção operacional.

A empresa recebe um sinal

Entende o contexto

Decide agir

de tecnologia, de serviço, de parceiro, de receita.

Cada card pode gerar ação. Cada ação pode gerar receita. Cada cliente vira ponto de distribuição.

Essa é a diferença econômica.

tráfego

Marketplace comum trabalha com tráfego.

precisão

O OS¹ trabalha com precisão.

Um distribui oferta para quem talvez esteja procurando.

O outro entrega a ação para quem acabou de entender que precisa agir.

O cliente não compra para descobrir se precisa.

Compra porque o sistema mostrou por que precisa.

Isso cria um tipo de lead mais raro: intenção formada por inteligência, contexto e urgência operacional.

CAC menor. Conversão maior. Retenção estrutural.

Começamos pelos grupos. Depois, qualquer CNPJ do planeta.

Grupos · Franquias · Empresas grandes

Redes com várias unidades, onde central + unidade + mercado local geram o cruzamento mais valioso. 30 dias de implantação assistida. Calibração diária. Cards reais no feed. Área de Trabalho gerando planos, checklists e ações. Ontologia lendo o contexto da empresa. Diagnóstico no final.

Já validado: piloto ativo em rede do setor varejista com múltiplas unidades.

Cards gerados diariamente

Sinais competitivos identificados em tempo real

Diagnóstico no final do ciclo de 30 dias.

A expansão deixa de ser venda. Vira consequência.

CAP 09 / 09 · PRIMEIRO MOVIMENTO

O que o investimento destrava.

Qualquer CNPJ

Clínica, restaurante, hotel, distribuidora, prestador, lojista. O modelo se replica em qualquer segmento porque o motor é sempre o mesmo: contexto interno + sinal externo + atalho contextual = decisão prática.

O OS¹ começa assistido para provar valor.

Depois escala, porque a lógica não depende de um setor.

Como um rio que move cada moinho na margem: a empresa age, e a mesma correnteza que resolve o problema dela gira a roda da receita.

É inteligência virando mercado.

O que falta é o único relógio que ainda corre: o da execução.

O investimento não compra uma aposta sobre uma ideia.

Compra velocidade para construir, sobre uma fundação pronta, um sistema desenhado para não morrer por obsolescência.

Reduz o risco de obsolescência da empresa. Reduz o risco de capital preso numa tecnologia com data de validade.

Esse é o movimento. E ele começa agora.

Maturidade do Produto · TRL 6→9
maturidade
Maturidade do Produto
TRL 6–7 Agora

O OS¹ hoje está em TRL 6–7: um MVP operacional em produção assistida.

A base já existe, roda em produção e entrega valor real: feed, cards, Área de Trabalho, ontologia, diagnóstico, memória, autenticação, multiempresa, APIs internas, banco persistente e deploy ativo.

Mas ainda não é TRL 9, porque parte do ciclo depende de operação humana: coleta, curadoria, validação, publicação de cards, tracking de custo, billing e automação completa.

A evolução do OS¹ acontece em três etapas
TRL 8 Fase 1
Produto próprio automatizado

Produto próprio 100% funcional e automatizado. O OS¹ deixa de ser operação assistida e vira plataforma própria: cards automáticos, atalhos próprios, tracking de tokens, billing, admin, métricas, automação do feed e redução do trabalho manual.

TRL 8–9 Fase 2
Plataforma com APIs e terceiros

Plataforma conectada a tecnologias de terceiros. Os atalhos passam a conectar APIs, SaaS, automações e ferramentas externas. O OS¹ deixa de apenas recomendar ações e passa a executar com tecnologias conectadas.

TRL 9 Fase 3
Marketplace contextual escalável

Marketplace contextual em escala. Os cards e atalhos passam a distribuir produtos, serviços, fornecedores e parceiros no momento em que a empresa entende que precisa agir.

TRL 6–7
Hoje
MVP operacional em produção assistida.
TRL 8
Fase 1
Produto próprio automatizado.
TRL 8–9
Fase 2
Plataforma com APIs e tecnologias de terceiros.
TRL 9
Fase 3
Marketplace contextual escalável.
Três Fases da Empresa
12c · calculadora
A evolução acontece em três etapas
TRL 8 · Fase 1
01
Tecnologia própria

Produto próprio 100% funcional e automatizado. O OS¹ deixa de ser operação assistida e vira plataforma própria: cards automáticos, atalhos próprios, tracking de tokens, billing, admin, métricas, automação do feed e redução do trabalho manual.

Receita
Ciclo inicial pago
Mensalidade central
Mensalidade por loja ativa
Créditos de IA/execução
Impacto do capital
Endurecer produto e UI
Reduzir trabalho manual
Validar primeiras redes
Transformar piloto em caso comercial
TRL 8–9 · Fase 2
02
APIs e terceiros

Plataforma conectada a tecnologias de terceiros. Os atalhos passam a conectar APIs, SaaS, automações e ferramentas externas. O OS¹ deixa de apenas recomendar ações e passa a executar com tecnologias conectadas.

Receita
Margem sobre API
Comissão de SaaS
Créditos de execução
Atalhos premium + integrações
Impacto do capital
Automatizar operação
Reduzir custo por cliente
Ampliar quantidade de atalhos
Aumentar retenção
TRL 9 · Fase 3
03
Marketplace contextual

Marketplace contextual em escala. Os cards e atalhos passam a distribuir produtos, serviços, fornecedores e parceiros no momento em que a empresa entende que precisa agir.

Receita
Lead qualificado + comissão
Transação + mensalidade fornecedor
Serviço próprio Codify
Dados agregados por segmento
Impacto do capital
Criar rede de parceiros
Cards como canais de venda
Aumentar receita por cliente
Calculadora de Crescimento
12 / 12 · calculadora de rodada
OS¹ · Simulador de Rodada · Confidencial

Calculadora de Rodada

O investimento não compra uma ideia. Compra 12 meses de execução sobre uma base que já existe.

O OS¹ começa com tecnologia própria, evolui para APIs e automação, e depois vira marketplace contextual de produtos, serviços, fornecedores e parceiros. A calculadora mostra como o capital acelera cada fase.

Ajuste os parâmetros
Valor investido
R$ 1,5M
R$ 0R$ 2,5M
Percentual comprado
5,0%
0%15%
Métricas da rodada
Valor investido
R$ 1,5M
Percentual vendido
5,0%
Post-money
R$ 30M
Pre-money
R$ 28,5M
Burn mensal planejado
R$ 125k
investido ÷ 12
Runway
12 meses
Burn atual
R$ 12,5k
operação hoje
Expansão de operação
+R$ 112k/mês
vs. operação atual
Receita · Unit Economics
12b · calculadora
Modelo de receita base
Ciclo Inicial
R$ 3.999 / 30 dias
Central + até 10 lojas
Todas as áreas principais visíveis
Cards reais, atalhos e diagnóstico final
Primeiras áreas calibradas
Recorrente
R$ 5.000 central
R$ 1.000 / loja ativa / mês
Usuários inclusos por loja
Créditos de IA/execução (uso intenso)
10 lojas: R$ 5k + 10 × R$ 1k = R$ 15.000/mês
50 lojas: R$ 5k + 50 × R$ 1k = R$ 55.000/mês
ARR 50 lojas: R$ 55k × 12 = R$ 660.000/ano
Unit Economics · Break-even
Rede de 10 lojas
Receita mensal
R$ 15k
Custo variável
R$ 2k
Margem bruta
87%
Break-even
Rede de 50 lojas
Receita mensal
R$ 55k
Custo variável
R$ 7k
Margem bruta
87%
Break-even
Com redes de 10 lojas, o break-even exige aproximadamente redes.  ·  Com redes de 50 lojas, exige aproximadamente redes.
Status da Empresa
inv-gloss
Onde o OS¹ está hoje
Maturidade tecnológica
TRL 6–7
Produto funcional em produção real. Ainda assistido em coleta, curadoria e publicação de cards.
Estágio do produto
MVP ativo
Roda em ambiente real com clientes pagantes. Feed, cards, Área de Trabalho, ontologia, APIs e banco persistente em produção.
Runway com R$ 1,5M
12 meses
O investimento sustenta a operação por 1 ano completo sem necessidade de nova receita imediata.
Break-even estimado
~9 redes
De 10 lojas cada. Quando 9 redes estiverem ativas, a receita mensal cobre o burn. A operação se paga.
MRR hoje
R$ 0
Estágio pré-receita recorrente. Primeiros contratos em negociação. Projeção cenário base: R$ 75k/mês no fim do semestre.
ARR projetado — cenário base
R$ 900k
Receita anual recorrente se o semestre base for atingido. 4 redes de 10 + 1 de 50 lojas.
Valuation pre-money
Em rodada
Valor da empresa antes do investimento entrar. Definido na negociação com o investidor.
Valuation post-money
Pre + aporte
Valor da empresa depois do investimento. Determina a participação do investidor no cap table.
Onde estamos e para onde vamos
▶ Agora
TRL 6–7
MVP operacional assistido
Feed, cards, Área de Trabalho, ontologia, diagnóstico, memória, autenticação, multiempresa, APIs internas, banco persistente e deploy ativo.
Fase 1
TRL 8
Tecnologia 100% própria
Geração automática de cards, billing, tracking de tokens, admin, métricas e automação do feed. Sem operação manual.
Fase 2
TRL 8–9
Atalhos com APIs e terceiros
Conecta APIs, SaaS e automações externas. O OS¹ passa a executar ações com tecnologias de terceiros.
Fase 3
TRL 9
Marketplace contextual
Produtos, serviços, fornecedores e parceiros dentro dos cards. A empresa vê o problema e recebe a solução no mesmo lugar.
Break-even · Primeiro Semestre
inv-rev
Modelo de Receita e Break-even
Estrutura de preços
Ciclo inicial OS¹
R$ 3.999
Por 30 dias. Diagnóstico + onboarding + primeiros cards.
Contrato recorrente — central
R$ 5.000/mês
Acesso à plataforma, gestão central da rede e usuários inclusos.
Por loja ativa
R$ 1.000/mês
Usuários inclusos por loja. Créditos de IA por uso intenso cobrados à parte.
Exemplos de MRR e ARR por rede
Rede com 10 lojas
R$ 15.000/mês MRR
R$ 5.000 central + 10 × R$ 1.000 = R$ 15.000/mês · ARR: R$ 180.000
Rede com 50 lojas
R$ 55.000/mês MRR
R$ 5.000 central + 50 × R$ 1.000 = R$ 55.000/mês · ARR: R$ 660.000
Calculadora de break-even
Investimento (R$)
Burn mensal planejado
Investimento ÷ 12 meses
Break-even — redes de 10 lojas
redes × R$ 15.000/mês
Break-even — redes de 50 lojas
redes × R$ 55.000/mês
Break-even não significa retorno imediato ao investidor. Significa que a operação passa a se pagar. O retorno vem da valorização da empresa, novas rodadas, dividendos futuros ou evento de liquidez.
Previsão comercial — primeiro semestre
Ciclos iniciais
× R$ 3.999
Receita ciclos
MRR fim semestre
ARR projetado
% do break-even
Mercado Endereçável
inv-tam
Mercado Endereçável com Dados Reais
Segmentos-alvo no Brasil
Franquias
3.300
redes de franquia · 197.709 unidades operando · R$ 273 bi faturamento
ABF — Pesquisa Anual do Franchising 2024
Associações Comerciais
2.300
associações · 27 federações · 2 milhões de empresas representadas · 89% micro e pequenas
CACB — Confederação das Associações Comerciais do Brasil
Cooperativas
4.384
cooperativas ativas · 25,8 mi cooperados · 3.586 municípios atendidos
Sistema OCB — Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2025 (dados 2024)
Empresas Ativas
22 mi
empresas ativas no Brasil · 93,4% micro ou pequenas · ~11,7 mi MEI
Mapa de Empresas Gov.br — Boletim 3º Quad. 2024
Potencial de receita — cenário editável
Redes-alvo
Lojas médias por rede
Taxa de conversão (%)
Ticket mensal = R$ 5.000 central + lojas × R$ 1.000. Cenário ilustrativo — não é garantia de receita.
Ticket médio mensal por rede
Receita potencial mensal
Receita potencial anual
Capital · Equipe
12d · calculadora
Como o capital será usado
Produto e engenharia 35%
R$ 525k
Vendas e aquisição 25%
R$ 375k
Operação e sucesso do cliente 20%
R$ 300k
Inteligência, dados e IA 10%
R$ 150k
Infra, jurídico e APIs 10%
R$ 150k
Equipe possível — SJC / SP
Cargo Pessoas Custo total / mês Total
Dev Senior Full-stack R$ 18.000 R$ 36k
Dev Pleno R$ 12.000 R$ 24k
Designer de Produto R$ 10.000 R$ 10k
Sucesso do Cliente / CS R$ 8.000 R$ 16k
Vendas / BDR R$ 9.000 R$ 9k
Operação e Suporte R$ 7.000 R$ 7k
Total equipe / mês R$ 102k
Custo total do empregador (CLT com encargos ~1,75×). Referência: mercado SJC/SP — editável.
Com R$ 1,5M para 12 meses, a operação precisa caber em aproximadamente R$ 125k/mês. A equipe atual consome R$ 102k/mês, deixando R$ 23k/mês para infraestrutura, ferramentas e operação.

A mensalidade paga o sistema operacional. Os cards e atalhos criam o upside. Na fase atual, o OS¹ vende inteligência e execução assistida. Na próxima, reduz custo com automação e APIs. Na terceira, transforma cada card em canal de distribuição para tecnologias, produtos, serviços e parceiros.

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OS¹ · Clientes

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